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O Órgão

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Tubos alongados para voltarem à afinação original

Restauração Na década de 1970 o organista alemão Karl
Richter esteve em Mariana a convite do Arcebispo D. Oscar de Oliveira e do então presidente da CEMIG, Dr. Francisco Afonso Noronha para fazer uma avaliação do instrumento que continha, no interior de sua caixa, um grande número de peças originais preservadas e considerou esse instrumento um órgão muito importante, saído provavelmente da manufatura de Arp Schnitger. Após essa visita e graças a um esforço considerável, os elementos musicais do órgão foram enviados a Hamburgo, Alemanha, onde foram reformados sob os cuidados da firma von Beckerath.

Enquanto isso, uma equipe brasileira da Universidade Federal de Minas Gerais, sob a orientação de Beatriz Coelho, restaurava a estrutura interna e externa da caixa e as partes que compõem a decoração do instrumento. Nesse primeiro trabalho, o grande mérito foi trazer o instrumento de volta à vida usando as conquistas técnicas da época, sem destruir os sinais das fases anteriores, valiosíssimos no caso de uma restauração posterior com enfoque mais histórico.

Reinaugurado em 1984 o Órgão Arp Schnitger voltou a ser centro da vida musical de Mariana, acompanhando missas e celebrações litúrgicas, além de ser apresentado em concertos regulares e internacionais, que tem trazido ao Brasil organistas de renome mundial. Embora o órgão estivesse tocando e funcionando bem, algumas características importantes que não puderam ser reconstruídas foram deixadas para uma segunda etapa, feita por iniciativa da Fundação Cultural e Educacional da Arquidiocese de Mariana, que teve início em julho de 1997, com a visita de Bernhard Edskes a Mariana, e foi concluída em fevereiro de 2002 com a entrega oficial do instrumento.

A afinação foi mudada para um sistema mais condizente com a época de construção do instrumento e alguns registros foram reconstruídos Juntamente com a restauração foi refeita a pesquisa histórica do instrumento, visando o levantamento de mais dados desde a sua construção até a chegada em Minas, assim como suas diferentes funções ao longo de sua história. Esta restauração foi realizada pela Firma Edskes Orgelbau, de Wohlen, na Suíça e teve o patrocínio da Petrobrás e o apoio da Varig, Tam e da Vitae.

O resultado da pesquisa pode ser conferido no livreto: “Órgão
Arp Schnitger Sé de Mariana Minas Gerais – Aspectos Históricos
e Técnicos”
.


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